sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Felicidade...existe?






Coisas acontecem na vida das pessoas e, às vezes, quem vê de longe faz suposições erradas.
Eu passei uma vida tentando não sofrer mais do que o suportável.
Quem olhava de fora imaginava que era uma vida de princesa!
Aquilo que é visto nem sempre é o real.
Eu nunca perdi a esperança de ter um pouco mais de felicidade pessoal na minha vida.
Tive uma boa profissão, gratificante.
Tenho  2 filhos maravilhosos e um casal de netinhos fantásticos.
Já plantei um “Ficus” que já tinha uns 4 metros (não o vejo há 8 anos).
Escrevi um conto publicado num livro importante.
Tenho ambição de publicar 2 livros meus.
Mas nunca tive um amor total e completo.
Nunca senti que um homem me amava na mesma medida que eu a ele.
Agora eu vou encontrar quem me buscava.
Aquele que está aceitando correr os mesmos riscos que eu, aquele que tem a mesma fome de amor que eu tenho.
Quem sabe será a nossa vez de termos um pouco dessa tal “felicidade”?

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Cálice...

Cálice






Passa o findi como se fosse uma penalidade
a ser cumprida por mau comportamento.
E eu me comporto tão comportadamente!
Apenas não posso sequer passar creme no corpo
que me sinto derreter de desejo
que fossem tuas as mãos na minha pele...
Dá pra perceber como desejo
que o amanhã te traga de volta pra mim?
Com licença, Chico, mas preciso desses
pedaços que arrancaste de nós:
“Ó Pai, afasta de mim esse cálice/
De vinho tinto de sangue
Como beber dessa bebida amarga/
Tragar a dor, engolir a labuta
Mesmo calada a boca, resta o peito/
Silêncio na cidade não se escuta...
... Talvez o mundo não seja pequeno/
Nem seja a vida um fato consumado
Quero inventar o meu próprio pecado/
Quero morrer do meu próprio veneno
Quero perder de vez tua cabeça/
Minha cabeça perder teu juízo...”
Sonhas comigo, meu amor?

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Amanhecendo...









Amanhecendo...

E tu me disseste: “sim e eu te deixo meu corpo com bastantes cicatrizes, ele é teu, só teu!”
E assim eu o fiz: eram 7h da manhã e acordei sentindo teu corpo embolado com o meu, tuas mãos se moviam lentamente pelo meu corpo e eu achei que estava sonhando...
E foste me despertando e me enlouquecendo de fome e eu queria mais e mais, tudo o que tuas mãos, tua boca, teu sexo me podiam dar...
E usei as minhas mãos como se tuas fossem, do jeito que me deixaste para que eu usasse...
E foi delicioso aquele êxtase com o dia raiando, e eu me sentindo nos teus braços, amada e desejada...



E porque...

E porque tu me deste um espaço vazio pra plantar eu o usei.
Depositei a semente do meu amor num cantinho do teu coração...
Não esquece de dar um olhar que seja para ajudar a semente 

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Ah, meu amor...
























Vida minha, o vento está furioso aqui e eu escrevi muitos textos nessas 5 horas em que velo o teu sono.
Desejaria tanto estar abraçada contigo...  
Ter feito uma massagem para relaxar o corpo depois da caminhada do dia...
Me chama quando acordares, por favor, para eu saber que estás bem e que me amas...
Ah, desejo...
 Não sei o tamanho da lua, sei o tamanho do meu desejo e ele é tão grande e ele é tão intenso...
Não consigo dormir...  
Como se as minhas mãos não me pertencessem: são tuas!
Elas passeiam pelo meu corpo e não me deixam dormir. 
Elas apertam, prendem , machucam, depois passam macias, doces...                                  
Até que num ataque de gana elas me apertam de novo! 
Não posso assim dormir...
Eu mudei, nós não somos iguais ... um ano agora em outubro... uma vida esperando...alguns encontros outros desencontros...
Mudando o formato dos textos, aqueles que escrevi e escrevo para ti...
Fotos para que imagines mais...desejes mais...
Mulheres estão mais ativas, assumidas... homens começam a entender que temos FOME !

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Poder dos deuses...

Esse Zeus... Me enlouqueceu, me desatinou, me fez deusa e mulher... Mostrou como se pode gostar de ser deusa, mulher e MORTAL!
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Poder dos deuses...

Louca, desatinada...
Correndo entre pedras, pedrinhas, gramas, areia do mar...
tudo o que quero é me jogar e ser acolhida pelos braços do mar...
Netuno vai me abraçar,
com força vai me levar numa viagem sem tempo...
Me sinto afogando e voltando, mergulhando e subindo,
tentando respirar e de novo num redemoinho de paixão !!!
Tu escolheste a minha prisão: me manténs imobilizada
e ao mesmo tempo tu ficas prisioneiro entre minhas pernas,
meu ventre que tu transformas num vulcão
ele mesmo te prende a boca....
Oh, Zeus, os deuses todos não sabem o teu poder...
O que controlas com tuas mãos,
o que descontrolas com tua língua, e eu saio e flutuo...
Estou e não sou nada...
Fico corpo em insanidade total e alma subjugada porque és mais:
mais forte, mais controle, mais loucura, mais paradoxo ...
E desfico alma, espírito, emoção, fantasia...
Tudo desagrega, mistura, tsunami de desejo por mais!
Quero mais e mais, e de novo...
É, é uma ânsia ímpar!
Um maluco egoísmo, uma soberba de poder ser o centro do momento,
o universo em chamas!
Nada importa na volta, nem mesmo o real manifesto desejo
de ser a gueixa total,
a submissa absurdamente compromissada com o teu prazer!
“E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo... E Êle disse: Haja luz; e houve luz.“
Assim fizeste comigo. Houve luz. Raios e relâmpagos... E eu senti a face da morte sumir... E a vida no seu total poder, surgir e ficar...
Foi assim o meu Gênesis!


segunda-feira, 27 de junho de 2016

Início de tudo

Quero alertar que os textos que vocês irão encontrar aqui foram todos e totalmente escritos e imaginados por mim. Ninguém participou de alguma forma na construção deles.
São frutos da minha fome, da minha gana de amar, de sentir e viver esses momentos de forma louca e completa.
Ninguém deve sentir-se aqui retratado, mesmo que tenha me conhecido.